sexta-feira, 16 de junho de 2017

Eu li....

Quando estava selecionando livros pra comprar dei de cara com esse Entre o véu e a minissaia, passando os olhos rapidamente pela sinopse achei mega interessante e não pensei duas vezes: VOU LEVAR!
Porém o que eu pensei ao ler é totalmente diferente do que realmente se trata a história.
Uma achei que o livro seria um relato da autora  Rhanda Ghazy, depois que me toquei quando li atentamente a sinopse que não era a história da Jasmin, filha de muçulmanos egípcios que moram na Itália... Quando vi já foi...
O assunto abordado é interessante SIM, mas a linguagem é bem juvenil, tá mais pra Tainá ler do que pra mim. O que foi bacana é que é uma leitura leve, rápida que não exige tanto, algo que estava precisando depois de ler Cães de guerra..


Sinopse: Jasmim é uma garota comum, estudante universitária de Direito, não fosse o fato de ser filha de egípcios muçulmanos, vivendo em Milão, na Itália. Sente-se dividida entre as tradições culturais e religiosas de sua família e a realidade da sociedade ocidental em que vive. Por exemplo, não quer usar o véu, não suporta comportamentos opressores em relação à mulher nem tolera atitudes de discriminação e preconceito sobre a sua cultura.
Quando sua melhor amiga se casa, se vê confrontada com as escolhas que mais cedo ou mais tarde terá de enfrentar: seguir sua profissão e ser uma mulher independente ou conformar-se com a vida de dona de casa? Investir na paquera do rapaz que trabalha na loja diante de sua casa ou aceitar as armações de sua mãe, que faria gosto em que namorasse o jovem Yusef?
O sentimento de inadequação a faz sonhar em ter nascido numa família italiana ou morar no Egito - assim, quem sabe, conseguiria ser ela mesma. Mas, afinal de contas, quem é Jasmim? Uma garota como outra qualquer, que sofre com a celulite, que se preocupa com o peso, que se irrita quando é vítima de gozação dos amigos... que se preocupa com a política internacional, com a situação do Oriente Médio, com a posição da mulher na sociedade... que não quer ter de responder perguntas idiotas sobre sua cultura, que quer ser compreendida e aceita por ser quem é.
Os conflitos internos da protagonista e os que sucedem na relação com os demais são típicos das jovens na faixa de 20 a 30 anos, e as soluções bastante positivas. O texto é bem escrito, envolvente, divertido em muitos momentos, sem deixar de levantar questões sérias, como a diversidade e a tolerância cultural e religiosa.


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